domingo, julho 31, 2011

Clube Futebol Benfica....Sempre Unidos
Clube Futebol Benfica....Sempre Fortes
Clube Futebol Benfica....Sempre Orgulhosos
Clube Futebol Benfica, um Clube com Historia Nacional e Internacional, nao é qualquer um que pode manchar a História do Clube....

sábado, julho 30, 2011


APRESENTAÇÃO

                         DIA 20 DE AGOSTO

Os Campeões de Lisboa de 2010/2011, apresentam-se aos sócios no dia 20 às 18 horas

CLUBE FUTEBOL BENFICA
                           ODIVELAS SAD


NO REGRESSO À III DIVISÃO NACIONAL VEM APOIAR O CLUBE DO NOSSO BAIRRO. A MISTICA DESTE BAIRRO TEM QUE SER REVITALIZADA.


CLUBE FUTEBOL BENFICA – SEMPRE !


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Publicada por DOMINGOS ESTANISLAU

NOVA EPOCA


2ª Feira, dia 1 de Agosto, nova época, é o regresso ao trabalho
Os campeões de Lisboa 2010/2011, agora sem lobos nem pestanas, estão esperançados numa boa época 


Se ninguém nos atropelar como aconteceu a época passada estamos convencidos que faremos uma boa época. Este é o sentimento geral de todos os atletas.
Eu, como responsável máximo, só peço a todos a mesma postura, a mesma dignidade e o mesmo espírito. São três argumentos com os quais contamos para uma época forte e estes ninguém nos pode roubar .


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Publicada por DOMINGOS ESTANISLAU 

domingo, julho 24, 2011



UM SITE DE COMPLETA INFORMAÇÃO DOS ASSOCIADOS DO CLUBE.
A GRANDEZA DO CLUBE FICA ESPELHADO NA AUSCULTAÇÃO DESTE SITE EM TODO O MUNDO:
MEDIA DE VISITAS POR DIA 65

RX




Está formado o plantel da equipa Campeã da AFL, de Séniores, da época de 2010/2011 para 2011/2012

Sabemos para já, que não vamos ter como adversários de peso, alguns que se evidenciaram na época que há pouco terminou. Nós seguimos o nosso  percurso, o da dignidade e da verdade.
Vamos deixar para trás,  alguns que são bons jogadores. Não constituem equipa, mas também jogam e  jogam bem  fora do campo. São uma espécie de apanha-bolas, que usam os truques que todos sabemos, quando a equipa está a ganhar e o jogo está complicado a bola quase desaparece, falta-lhes a pestana,  quando estão a perder aparece o lobo salvador que afugenta os adversários e pronto ...
Mas como isto é para ser levado a sério, é com homens que nós vamos contar.

Nuno Diogo e Formiga, são os guarda-redes.

Os defesas são: Baldé, Naia, Gerson (ex.Charneca), Didi, Zé Mário (ex.Real), Vital, Gonçalinho e Hugo (ex-Junior).

Martinho, Mamadu, Diogo Calheiros (ex-Real), Diogo II, Moreira (ex-Junior), Batalha e Batista, formam a linha média

Compõem a linha avançada: Pedro Silva (ex-Charneca), Adilson, Lamas, Frutuoso e Pina.

Nesta simbiose de juventude e alguma experiência acreditamos numa boa época, até porque a maioria dos jogadores já conhece os cantos à casa.

Director Responsável  Gonçalo Neves
Barroca técnico principal, Vasco  técnico Adjunto
Fisioterapeuta António Vicente

Publicada por DOMINGOS ESTANISLAU

sábado, julho 23, 2011

Clube Futebol Benfica e o seu Presidente em destaque no Jornal a "Bola" de Ontem.


Domingos Estanislau, lamentou esperar pela subida a 3ª Divisao Nacional, quando conquistou por direito próprio, em campo a subida.
Mas uma decisão dos Órgãos de Disciplina, com uma decisão controversa, deram a vitória ao adversário directo, fazendo com que o seu Clube, passa-se de 1º a 2º e o adversário de 3º a 1º.
Como tinha a certeza, que a Justiça Desportiva era um facto adquirido, começou a construir a equipa para disputar o Nacional, mas alguem parece que não queria o seu Clube nos Nacionais.
O Presidente do Histórico FóFó, ficou satisfeito, mas pecou por tardia, e nao foi da maneira que merecia, mas continua a lutar, para que a verdade seja reposta.
O Clube vai formar um grupo competitivo, como é norma em épocas anteriores, mas com rigor económico, para poder cumprir, o que não acontece a muitos clubes, no momento actual.
Reconhece, que o plantel, tem qualidade, para dar uma resposta positiva, no próximo campeonato.
Em resumo foi esta a posiçao do Lendario Dirigente do Clube Futebol Benfica.

quinta-feira, julho 21, 2011

Um Artigo que pode ser aproveitado pelos nossos técnicos


Introdução
    O futebol é um desporto com caracteristicas muitos especificas e especais, que o transformam num desporto cujo treino deve ser cuidadosamente programado e analisado. Existem uma série de etapas que um treinador deve percorrer para preparar a sua equipa para a competição da melhor forma possivel.
    Ao longo deste artigo procurarei descrever essas etapas, e evidenciar alguns aspectos que me parecem pertinentes no contexto actual do treino desportivo e muito especificamente do treino em futebol.
    O respeito pela especificidade do jogo de futebol é um aspecto que considero como fundamental em qualquer programação de treino em futebol, sendo que todo o texto que de seguida apresentarei se apoiará neste facto.

As etapas da planificação de treino
    A planificação ou planeamento desportivo é um processo que analisa, define e sistematiza as diferentes operações inerentes á construção e desenvolvimento dos praticantes ou das equipas. Por outro lado, organiza essas operações em função das finalidades, objectivos e previsões (a curta, média ou longa distância), escolhendo-se as decisões que visem o máximo de eficiência e funcionalidade das mesmas.
    O planeamento deve "respeitar" algumas etapas e procedimentos tais como:
1. Análise da situação
  • Diagnóstico
  • Prognóstico
2. Organização do processo de treino
Programação
3. Execução do programa
  • Treino
4. Avaliação e controlo do plano
  • Análise do produto

Análise da situação
    A primeira etapa do planeamento, é consequentemente, uma das mais importantes, pois só através de um correcto e eficiente diagnóstico é que é possivel avançar de forma segura para os próximos passos. Assim para um correcto diagnóstico o treinador deve avaliar os seguintes aspectos:
1. Caracteristicas dos jogadores
  • Quem são?
  • Como são?
  • Como estão?
  • Quantos são?
2. Caracteristicas do nivel competitivo
  • Caracteristicas da modalidade
  • Caracteristicas do quadro competitivo
  • Caracteristicas dos adversários
  • Outras caracterizações
3. Caracterização das condições de trabalho
  • Recursos materiais
  • Recursos humanos
  • Apoio logistico
  • Recursos económicos
  • Tempo de preparação
    A etapa seguinte passa pelo prognóstico, realizado de acordo com o que antes havia sido diagnosticado, e passa por duas etapas:
1. Defenição de objectivos
  • Grandes metas
  • Objectivos intermédios
  • Hierarquização dos objectivos
2. Definição dos principios orientadores do trabalho
  • Fundamentos teóricos ( aspectos técnico-tácticos, de formação, biológicos, psicológicos, etc.)

Organização do processo de treino
    programação do processo de treino poderá sub-dividir-se em 7 fases: 


Fonte: Brito (2003)

Execução do programa
    O treino envolve as seguintes fases e etapas: 


Fonte: Brito (2003) Avaliação e controlo do plano
    Como em qualquer outro tipo de actividade, também no processo de treino se exige uma avaliação dos resultados obtidos, no intuito de uma melhoria da performance pessoal e colectiva. 


Fonte: Brito (2003)

A programação do treino em Futebol
    Como acima foi possivel vereficar uma correcta programação involve uma grande número de tarefas que deverão ser desempenhadas pelo treinador e/ou equipa técnica. A programação poderá ser difinida como um processo de adequação e adaptabilidade de um processo de gestão e acção à realidade em que nos encrontramos (Briro, 2003).
    Segundo Mourinho (2001) "Programar é definir e determinar um conjunto de conteúdos e estratégias de acção acção que perspectivem e estruturem todo um processo de trabalho, que vise o treino nas suas diversas dimensões dimensões e a competição competição" .
    Das tarefas anteriormente inúmeradas vamos centralizar a nossa atenção na periodização do treino.

Periodização em Futebol
    A periodização é entendida como um aspecto particular da programação, que está relacionado com:
  • O permanente desenvolvimento das capacidades técnico-tácticas individuais e colectivas.
  • Com a lógica evolutiva da dinâmica das cargas (treino e jogo) e das subsequentes adaptações do organismo do individuo.
  • Das subseqquentes adaptações do jogador e da equipa a nível técnico-táctico, físico e psicológico.
    Significa também dividir em periodos mais ou menos alargados, definidos cronológica e estrategicamente, com objectivos especificos para facilitar a construção de todo um processo evolutivo de elaboração do treino e consequentemente rentabilidade competitiva.
    Mourinho (2001) define a periodização como "Aspecto particular da programação, que se relaciona com uma distribuição no tempo, de forma regular, dos comportamentos tácticos de jogo, individuais e colectivos, assim como, a subjacente e progressiva adaptaçao do jogador e da equipa a nível técnico, físico, cognitivo e psicológico".
    Assim e de acordo com aquilo que já foi escrito, todo e qualquer processo de periorização deve ser efectuado tendo por base o principio da especificidade. Este facto leva-nos até uma necessária reflexão.
    O principio da especificidade diz-nos que: As maiores mudanças funcionais e morfológicas acontecem somente nor orgãos, células e estruturas intracelulares que sejam suficientemente activadas pela carga funcional, surgindo a respectiva adaptação.
    A especificidade também é determinada numa metodologia de treino em que as situações criadas/exercicios são o mais próximas da realidade de jogo. Assim, o treino ou os exercicios, só são verdadeiramente especificos quando houver uma permanente e constante correlação entre as componentes técnico-tácticas individuais e colectivas, psico-cognitivas, fisicas e coordenativas e o modelo de jogo adoptado e respectivos principios que lhe dão corpo., ou seja, os principios só são verdadeiramente especificos quando obedecem às exigências reais da competição.
    A operacionalidade do principio da especificidade deve assumir várias dimensões:
  1. Dimensão colectiva
  2. Dimensão sectorial
  3. Dimensão individual



José Guilherme Oliveira (2003)
    Todo o processo de periodização, de acordo com as minhas convicções deve ser orientado de forma a corresponder e auxiliar ao desenvolvimento do modelo de jogo implantado. José Guilherme Oliveira (2003) define modelo de jogo como "uma ideia / conjectura de jogo constituída por princípios, sub-princípios, sub-princípios dos sub-princípios..., representativos dos diferentes momentos / fases do jogo, que se articulam entre si, manifestando uma organização funcional própria, ou seja, uma identidade. Esse Modelo, como Modelo que é, assume-se sempre como uma conjectura e está permanentemente aberto aos acrescentos individuais e colectivos, por isso, em contínua construção, nunca é, nem será, um dado adquirido. O Modelo final é sempre inatingível, porque está sempre em reconstrução, em constante evolução". Assim sendo exige-se uma análise dos modelos clássicos de periodização:

Periodização Convencional
  • Exacerba a componente física relativamente a todas as outras dimensões..
  • Divide (em períodos, fases, factores, etapas, etc.) uma realidade complexa (futebol) na tentativa de controlar e quantificar esses "compartimentos".
  • Divide a época em 3 grandes periodos, um preparatório, o competitivo e outro de transição.
  • Proclama a necessidade de atingir objectivos relacionados com qualidades ou capacidades "físicas" abstractas (resistência, força, velocidade, etc.), nos diversos períodos e fases, de forma a poder passar ás seguintes.
  • Periodo de preparação longo .
  • Requisita como imprescindível o Período Preparatório (fundamental) como base sólida para toda a época desportiva do futebol.
  • Preparação dividida em duas grandes fases: a geral e a especifica, sendo que a primeira serve de alicerce da segunda.
  • O periodo competitivo está dividido em 3 periodos: um primeiro de desenvolvimento e conservação da "forma", um segundo de reconstrução da forma e por fim, um terceiro de conservação da forma.
  • Sobrevaloriza a componente volume (entendido como quantidade de...) relativamente à intensidade numa grande parte do Período Preparatório.
  • As componentes volume e intensidade, aparecem aqui numa dimensão Universal, abstracta.
  • A intensidade das cargas inicia-se com valores muito baixos, aumentando gradualmente, enquanto que o volume numa primeira fase vai aumentando até um valor máximo descendo depois até valores intermédios numa segunda fase.
  • Transporta a noção de que não é possível manter a "forma" durante toda a época competitiva. Originando a procura de "picos de forma", com base nos efeitos retardados das cargas. Todos os estudos por nós consultados, relativos à fadiga/recuperação, parecem procurar responder as questões levantadas por esta forma de periodizar.
  • Numa primeira fase existe uma elevada incidencia na preparação/treino geral em detrimento do especifico, acontecendo o opsto numa segunda fase.

Conclusões
    Através da análise das caracteristicas evidenciadas acerca da periodização convencional facilmente se constacta que esta não se encontra, minimamente, enquadrada com as necessidades e a realidade do futebol. Não se encontra também de acordo com tudo aquilo que referi e defendi anteriormente no artigo.
    Segundo J. Mourinho (2001) "a essência estrutural e evolutiva do jogo de futebol revelam a inadequação dos conceitos convencionais de periodização do treino.
    Assim a existência de:
  • Um periodo preparatório muito reduzido e com exigências competitivas elevadas;
  • Um período competitivo muito grande;
  • Quadros competitivos longos;
  • Competições em simultâneo;
  • Elevado número de jogos;
  • Necessidade de alto rendimento durante toda a época,
    Indicam que as componentes Táctica - técnica e cognitiva sejam as que direccionam todo o processo de treino e um projecto de jogo".
    Aliás logo desde o inicio é possivel constactar a inadequação deste tipo de periodização ao futebol de alto nivel na actualidade, pois esta aponta para uma fase inicial exclusivamente dedicada á preparação geral e obtenção de "indices fisicos favoráveis". Assim coloco a questão será que uma equipa europeia, por exemplo, poderá dar-se ao luxo de não entrar na época desde logo com grandes niveis de eficiencia técnico-táctica ? A verdade é que desde logo, no inicio da época colocam-se metas fundamentais para os clubes como, por exemplo, as pré-eliminatórias da Champions League e todos sabemos como é fundamental para qualquer equipa a presença neste tipo de competição, ou seja, é necessário obter resultados logo no primeiro impacto com a competição... Aliás pode mesmo dizer-se que para certas equipas este acaba mesmo por ser o jogo mais importante e que vai definir o rumo de toda a sua época desportiva, mas mesmo não se tratando de um jogo com este carácter decisivo poderemos dizer que o M. United, R. Madrid ou Milan, por exemplo, quando se deslocam á Asia ou aos E.U.A. nas suas digressões de pré-época são "forçados" a também obterem bons resultados pois trata-se da imagem do clube e de muitos milhões em jogo. O que pretendo afirmar com estes exemplos é que no contexto actual do futebol mundial, cada existe menor espaço para o erro, nenhum jogo é a "brincar" ou por pura diversão, as exigencias são cada vez mais elevadas a todos os níveis e não é aceitável "perda" de tempo com aspectos não essenciais.
    Não pretendo desta forma colocar em causa a importância de uma boa preparação "fisica", o que também considero bastante importante, quero apenas levar os leitores a considerar a hipotese de este não ser o aspecto fundamental que determina a evolução da equipa e dos jogadores, é apenas um entre vários, que eventualmente até assumem um carácter mais decisivo.
    Como opção a este tipo de periodização convencional surgiu, principalmente, na última década um tipo de periodização que considero mais pertinente e mais adaptada aos reais problemas e necessidades do futebol, esta é apelidada de "periodização táctica" e segundo Carvalhal (2003) a mesma destaca-se por:
  • Dar primado é a contextualização.
  • A componente táctica surge como o núcleo central de preparação.
  • O Modelo de Jogo Adoptado impõe uma coordenatividade muito própria, estando subjugada à dimensão táctica as restantes dimensões, técnica ,física e psicológica.
  • O princípio da Especificidade é quem dirige a Periodização Táctica.
  • O meio de operacionalizar o Modelo de Jogo são os exercícios Específicos. Exercícios desenvolvidos com Intensidade em concentração, de acordo com o Modelo de Jogo Adoptado, estes, serão o meio mais eficaz para adquirir uma forte relação entre mente e hábito.
  • A operacionalizaçãodo do treino reclama a utilização de exercícios Específicos desde o primeiro dia.
  • Impõe-se uma inversão no binómio Volume-Intensidade, a Intensidade é quem "comanda", e o Volume, é o somatório de fracções de máxima intensidade (Volume da qualidade) de acordo com o Modelo de Jogo Adoptado.
  • Esta periodização reclama o Princípio da Estabilização, de forma a permitir os Patamares de Rendibilidade
  • A Estabilização da Forma Desportiva consegue-se com base na estruturação de um determinado microciclo, onde o grau de desgaste semanal seja similar de semana para semana.
  • A estrutura básica do microciclo deve manter-se (os momentos de treino, a duração, etc), o que leva a uma estabilização de rendimento.
  • Faz sentido falar em forma desportiva colectiva. Esta, está ligada ao jogar (bem) de acordo com o Modelo de Jogo Adoptado, a referência que serve como indicador é "jogar melhor".
    São várias as diferenças que separam a periodização convencional da periodização táctica, como poderemos confirmar através dos gráficos seguintes: 


Graf. 1 - Fonte: Mourinho (2001)
    Tal como nos demonstra o gráfico 1 nos mostra o trabalho de pré-época deve ser iniciado com cargas de intensidade e volume desde logo, relativamente elevadas aumentando progressivamente durante o periodo preparatório até um nivel máximo que deve ser mantido durante toda a época. A intensidade do exercicio deve corresponder á intensidade de jogo de modo a respeitar o principio da especificidade, enquanto que o volume é aqui entendido como o número de repetições do exercicio e não como o tempo de duração do exercicio como é normalmente considerado. Evidentemente que nem todas as sessões de treino serão realizadas com intensidades a niveis máximos por imposição dos treinos agendados para a recuperação fisica dos jogadores da competição, mas este é um indice que demonstra como devem ser o treinos numa perspectiva global. Deve sempre existir uma constante relação do volume das intensidades com a densidade e a quantidade competitiva (mourinho, 2001).
    Mais uma vez fica provado o contraste com os conceitos clássicos de periodização, que se aplicam ás modalidades individuais, essencialmente. Este "novo" tipo de periodização reflecte-se no perfil de rendimento de uma equipa (graf. 2 ). 


Graf. 2 - Fonte: Mourinho (2001)
    Desde o primeiro dia o objectivo é o desenvolvimento/ evolução da forma relacionada com o modelo de jogo adoptado. Segundo Mourinho (2001) "estar em forma é jogar bem" logo a forma desportiva deve "ser entendida sobre o ponto de vista colectivo" aliás o autor reforça ideia afirmando que "estar em forma individualmente è ser capaz de ao nível táctico individual, técnico, físico, cognitivo e psicológico, cumprir as exigencias do modelo de jogo adoptado e seus respectivos principios (táctica colectiva). Os niveis de forma não estão dependentes da preparação de pré-época mas sim do trabalho realizado diariamente.
    De destacar que na periodição convencional o perfil de rendimento é analisado de forma quantitativa ( %) enquanto que na periodização táctica é analisado sobre o prisma qualitativo ( min. e max.). 


Graf. 3 - Fonte: Mourinho (2001)
    Tudo aquilo que até agora tem sido defendido, até este momento encontra-se expresso no graf. 3, que demonstra que o treino especifico é a base fundamental sobre a qual devem ser fundados os alicerces do treino desportivo de uma qualquer equipa de futebol. Aqui a componente táctica (entendida como linguagem comum a todos os jogadores), é a linha coordenadora de todo processo evolutivo da periodização (táctica, técnica, física, cognitiva e psicológica). A principal preocupação é a evolução constante do Modelo de jogo adoptado.
    De forma muito sintética e para finalizar considero que ter a convicção convicção que o resultado desportivo pode nascer do improviso é ignorar os objectivos e conhecer o insucesso pois independentemente das metas a que se propõe cada equipa no início de uma época desportiva, terá sempre que existir um trabalho programado, que oriente o processo de treino desde seu começo até ao final. O futuro da planificação desportiva tem um nome "Especificidade" e no futebol este futuro é a "periodização táctica", um futuro que se encontra bem presente entre nós amantes do futebol, personificado na imagem do treinador J. Mourinho e os resultados estão á vista de todos, será coincidência...

Bibliografia
  • Mourinho, J. (2001), "Programação e periodização do treino em futebol" in palestra realizada na ESEL, no âmbito da disciplina de POAEF.
  • Brito, J. (2003) " Metodologia e didáctica específica I, o jogo de futebol", documento de apoio à disciplina de Opção I - Futebol, série didáctica UTAD, Vila Real.
  • Castelo, J. et al. (2000) "Metodologia do Treino Desportivo", Edições FMH, 3ª edição
  • Oliveira, J. G. (2003) "Organização do jogo de uma equipa de Futebol. Aspectos metodológicos na abordagem da sua organização estrutural e funcional." Documento de apoio das II Jornadas técnicas de futebol da U.T.A.D.
  • Carvalhal, C. (2003), "Periodização táctica. A coerência entre o exercicio de treino e o modelo de jogo adoptado" Documento de apoio das II Jornadas técnicas de futebol da U.T.A.D.
  • Oliveira, R. e Wilmore, P. "O exercício no processo de treino de futebol proposta metodológica" in www.efdeportes.com - revista digital, Buenos Aires

segunda-feira, julho 18, 2011

VISITANTES



MUITO CONCORRIDO
80 VISITAS NESTE DOMINGO, DE PORTUGAL E DO MUNDO
OBRIGADO A TODOS OS VISITANTES, CONTINUEM SEMPRE NOTICIAS ACTUALIZADAS 

Historia de Lobos, traiçoeiros

Hoje li esta história, que me aterrorizou



"LOBOS FORTES E ASTUTOS"




O HOMEM DA MARISQUEIRA marcou-me pela negativa. O soldado Alípio apresentou-se em VIANA DO CASTELO, levando consigo uma nota de 1.000$00 (mil escudos). Era muito dinheiro para a época. O Alípio com o seu ar simples e digamos um pouco fora da realidade, foi fazendo umas “flores” com aquele dinheiro. Nas suas extravagâncias nos pratos que mandava fazer para as suas refeições pretendia demonstrar que era um homem com algumas possibilidades económicas e por isso manjava à rica e à francesa e fazia jus às suas fantasias pagando algumas despesas a outros elementos. Era uma forma de demonstrar riqueza. Como o dinheiro não faz criação é claro que os tais mil escudos desapareceram. Contudo, enquanto houve dinheiro não se fez rogado para os seus apetites de ocasião e ao mesmo tempo que ia gastando também ia dizendo que quando fosse à Terra trazia mais dinheiro. Claro que o homem da Marisqueira (não me recordo o nome) foi fiando ao Alípio tudo o que ele queria e consequentemente a divida foi aumentando. O Alípio era e naturalmente ainda é, bom homem, mas de facto, incrédulo, ingénuo e acima de tudo um aldeão. Deixou-se “embebedar” pela cortesia do homem da Marisqueira, que se aproveitou, da sua condição para o explorar, pensando que ele era um homem ou pelo menos a família, pessoas endinheiradas. Quando o Alípio regressou dos tais 10 dias para nos despedirmos da família, é claro que o Alípio não tinha trazido dinheiro para pagar a dívida entretanto contraída na Marisqueira. Em face desta situação, o tal indivíduo da Marisqueira, um ou dois dias antes da nossa saída de Viana de Castelo, dirigiu-se à Companhia, à noite, e foi falar com o Capitão Viegas. E aqui vivi uma cena impensável, ou seja, nunca pela minha cabeça tinha passado a ideia que um indivíduo que todos os dias se dirigia para a igreja de missal debaixo do braço, seria capaz de pronunciar um desejo tão horrendo como: - “só desejo que tenhas a morte mais horrenda do mundo. Que não se aproveite um pouco de ti.” Isto depois do Capitão Viegas ter chamado o Alípio à sua presença e este ter confirmado que de facto tinha contraído aquela divida, dando assim instruções ao 1º Sargento Cabaço para pagar a dívida e descontar no pré em Moçambique. Com toda a firmeza e indignação o Capitão Viegas reagiu energicamente e ao agarrar num braço do homem da Marisqueira expulsou-o da sala em que nos encontrávamos dizendo-lhe que se não lhe tivesse entregue o dinheiro que já não recebia. Foi efectivamente uma cena lamentável e indigna da parte do senhor da Marisqueira, que com rancor vomitou ódio e pôs em evidência a sua formação moral.

........................

Este é um excerto de um livro que compilei  e que conta algumas histórias da Companhia de Artilharia 2326 na qual prestei serviço militar em Moçambique entre 1968/1970.

O Brasão do Batalhão tinha dois Lobos como simbolo e a designação "LOBOS - FORTES E ASTUTOS" .  A história do ALIPIO, embora estivesse integrado num conjunto de homens que se queriam FORTES E ASTUTOS dada as circunstâncias em que se encontravam, tem pouco a ver com esta designação. O ALIPIO como bom aldeão, era um  homem pacato, amigo do amigo, prestável e apesar do erro cometido era um homem sério. Deslumbrou-se perante a facilidade que o xico-esperto da Marisqueira lhe concedeu com o fito de lhe sacar aqueles mil e outros mil se acaso houvesse. Nem todos LOBOS são espertos, é um facto, e nem todos os aldeões são sérios. Há efectivamente os que divergem e usam o xico-espertimo tal como o homem da MARISQUEIRA, esses são os tais que apregoam a falsa moral. Aquele também ia à missa todos os dias.
..........................

Esta história do ALIPIO, como lobo, fez-me lembrar aquela do lobo que desceu ao povoado e como há sempre um lobo escondido com rabo de fora, este, atirou a dignidade às urtigas e usando a astucia, o comilão, sacou 3 pães para um bornal e resolveu o problema do amigo que agudizava de dia para dia. Moral desta fábula: Este lobo, astuto, xico-esperto. numa assentada comeu dois cordeiros e gritou quem é o esperto, quem é? 
OS LOBOS NÃO SÃO ANIMAIS FIÁVEIS.

 


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Publicada por DOMINGOS ESTANISLAU

sábado, julho 16, 2011

ATENÇAO CAMPEAO DA PLAYSATION


  •  SEM MEDO DAS PALAVRAS PORQUE TEMOS RAZÃO‏


GARANTO QUE NEM COM UMA LUPA CONSEGUI VER UM ADEPTO DO ALTA DE LISBOA
ESTE  É UM FILME QUE PODIA TER O TITULO
"OS MENTIROSOS"

Já agora e porque me perguntaram os nomes dos artistas principais Lobo e  Pestana
Artistas secundários:  Castilho, Carla, Castelo, Rodolfo, Tavares,  Lopes,  Carvalho, Marcos.


 



 

                                             

E em termos de fotografias ficamos por aqui. Chega e bastam para se verificar a invenção da invasão.

Agora é assuntos de advogados e das Entidades Responsáveis deste País. Ministério da Justiça, Adminstração Interna, Procurador Geral da República e Ordem dos Advogados. 


  


Entretanto, os nossos advogados estudam a hipótese de levar o protesto até  ao TAS (Tribunal Arbitral de Desporto).  

Nota: Parece-me que ainda ninguém teve vergonha para se demitir.
...................................

A DIRECÇÃO DO CLUBE FUTEBOL BENFICA NÃO VAI PARAR PARA DEFENDER OS VERDADEIROS CAMPEÕES DA AFL.
Os que realmente ganharam mais vezes dentro do campo.
 Os que tiveram menos derrotas.
 Os que sofreram menos golos
  Acabaram...por fazer menos minutos ou seja menos 1(um) jogo
ESSE CLUBE CHAMA-SE
 CLUBE FUTEBOL BENFICA  
 31 jogos -  17 vitórias -  8 Empates - 6 Derrotas  -  54 golos marcados - 25 Sofridos
 59 PONTOS
SERGIO FORMIGA o guarda-redes menos batido da prova e totalista com 5 penaltys defendidos
  PEDRO FRUTUOSO o melhor marcador com 20 golos.....

CLUBE ATLETICO PERO PINHEIRO
32 Jogos .  16 Vitorias - 9 empates  - 7 derrotas - 59 marcados - 33 sofridos
57 PONTOS
E assim se faz um Campeão virtual

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Publicada por DOMINGOS ESTANISLAU

FUTEBOL BENFICA PONDERA RECORRER

SEM MEDO DAS PALAVRAS PORQUE TEMOS RAZÃO


COMO SE CONSTROE UM CAMPEÃO

E CONTINUAMOS A PUBLICITAR A INVASÃO MAIS CELEBRE DO MUNDO
(os mortos e os feridos já foram evacuados)




Mais um grupo de imagens da invasão que o Sr Nuno Lobo e o Sr José Pestana viram