Este Fim de Semana há Nacional de Juvenis em Hóquei em Campo no Jamor
O nosso 1º Jogo é Sabado dia 6 ás 15:00 com o Juventude HC, o 2º é as 18:30 com o Sport CP as finais são no Domingo de manhã.
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Agradecimento Público
Sete anos é um espaço significativo na vida de qualquer um de nós. É um tempo que há dimensão da nossa vida é algo que é importante e reflecte de forma significativa o empenho e dedicação com que nos entregamos aquilo que fazemos por gosto mas também baseado em sentimentos que fazem parte da formação moral de cada um de nós. Não é fácil apagar do percurso de vida de qualquer um, sobretudo quando nos entregamos de corpo inteiro a uma causa, os traços mais marcantes que vivemos nesse período.
Angustias, satisfações, alegrias, incompreensões, amizades, dificuldades, tudo, mas tudo, o Eugénio Viola viveu neste Clube. Não perdeu nada com isso, tudo isto faz parte da vida.
Não sendo o homem um elemento perfeito e acabado, vai-se formatando à medida que o tempo vai ensinando coisas novas, vivências novas.
Caldeado naquilo que aqui viveu, certamente o VIOLA não é o mesmo quando aqui chegou. Sai mais enriquecido, mais maduro, mais experiente, mas também pode levar a consciência livre e tranquila pela forma como se posionou nas diversas tarefas que desempenhou como treinador neste Clube.
A opção de interromper por agora a sua colaboração ao clube foi sua. Como amigo, como reconhecimento e como Presidente do Clube, quero aqui deixar um forte abraço e que o mesmo signifique grande amizade que desejo ao mesmo tempo se prolongue por muitos, muitos anos.
D.E.
P.S.
UM DISCURSO BONITO E MERECEDOR, SÓ A MANEIRA COMO FOI ABORDADA A SAÍDA NÃO FOI A MAIS CORRECTA, NÃO PELA PARTE DO PRESIDENTE, MAS DE QUEM ESTÁ A SER RESPONSÁVEL PELA DIRECÇÃO DO FUTEBOL.
Estão a perder-se valores com dedicação ao Clube, e a ser feita a integração de "Passageiros de Viagem" sem amor Clubista.
| Futebol | 04-06-2009 21:02 |
Vítor Baía: «Futuro passa obrigatoriamente pela formação»
O director das Relações Externas do FC Porto, Vítor Baía apontou hoje o único caminho possível para o futebol no nosso País: a formação.
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| ASF |
«O futuro do futebol português, na conjuntura actual, obrigatoriamente terá de passar pela formação, e nós já estamos a pensar nisto há muitos anos. Espero que daqui a algum tempo tenhamos os frutos e possamos ver jovens jogadores portugueses a passarem directamente da formação para a primeira equipa do FC Porto».
No entanto o director das Relações Externas do FC Porto reconhece que nos últimos anos têm sido poucos os talentos a chegar à primeira equipa dos azuis-e-brancos: «Se calhar, não se trabalhou tão bem como se deveria, ou se calhar não apareceram talentos com tanta qualidade como se desejaria. Mas o importante é saber que, agora, estamos no bom caminho», acrescentou.
Para isso muito contribuiu a aposta em infra-estruturas
«Conseguimos colmatar uma lacuna importante na formação, com a construção do Vitalis Park, e a partir daí temos a máquina toda», rematou.
As declarações do antigo guarda-redes foram prestadas à margem da conferência de imprensa de apresentação do Dragon Force Camp - um campo de férias que o FC Porto vai realizar em Redondela, na Galiza, Espanha, de 20 a 24 de Julho e que tem por objectivo promover a «marca FC Porto» e captar novos talentos para o clube.
«O mais fácil para nós fazer esta captação, para não termos que ombrear com as grandes potências mundiais, porque aí torna-se complicado. Se repararem, equipas como o Arsenal, por exemplo, têm jovens na formação que custaram muito, muito dinheiro. Nós não temos essa capacidade financeira e, por isso, temos que utilizar aquilo em que somos fortes. Estes campos de férias poderão ser uma forma de encontrar esses talentos» referiu Baía.
No Dragon Force Camp de Redondela deverão participar 120 jovens, que, além de formação técnica e prática, vão ter oportunidade de visitar o Estádio do Dragão e o Vitalis Park.
Campeão da AF Santarém com decisão surpreendente
Presidente Jorge Pereira acha que no distrital dará mais alegrias aos sócios...
(N.R. Esta notícia foi publicada apesar de se tratar de um clube fora da cobertura geográfica do SintraSport. Mas que abre uma nova vaga na série E da 3ª divisão nacional)
por Miguel Mendes e Grácio Santos no jornal A Bola
No campo foram campeões e deixaram os adversários bem longe. O Riachense venceu a Divisão de Honra da AF Santarém, a 14 pontos do segundo classificado, o União de Tomar. Mas não só: ainda no passado fim-de-semana, depois da vitória sobre o Alcanenense, por 1-0, levaram para casa a Taça do Ribatejo.
Uma época de sucesso, recheada de vitórias para a equipa de Riachos que assim, por direito próprio, garantiu o regresso à III Divisão nacional. Um hábito de vitória que pretendem manter, nem que para isso tenham de renunciar à subida aos nacionais. Nem mais. Essa foi a decisão tomada pela Direcção já informada à Associação de Futebol de Santarém e à Federação Portuguesa de Futebol. As razões foram explicadas pelo presidente Jorge Pereira.
«Em primeiro lugar, a III Divisão afastará o clube dos sócios. No distrital não temos de fazer grandes deslocações e continuaremos com boas assistências. Gastaremos menos dinheiro para almoços, porque nos distritais cada jogador pode almoçar em casa. Subir dá prestigio, mas somos responsáveis e realistas nas nossas contas», afirmou o dirigente, que espera a compreensão dos sócios:
«Os sócios querem ver a equipa a ganhar, jogar bem e a marcar golos. E isso é bem mais fácil num escalão do nosso nível. O Riachense é um clube regional e assim iremos dar mais alegrias aos adeptos. Além disso, foi feita uma sondagem aos sócios e houve mais pessoas que defenderam a não subida à III Divisão.»
Rui Manhoso lamenta sucedido
Presidente da AF Santarém triste por ter menos um clube nos nacionais
Rui Manhoso, presidente da Associação de Futebol de Santarém, foi informado da renúncia do Riachense à III Divisão pelo presidente da colectividade de Riachos que lhe apresentou a questão financeira como a justificação para o clube querer continuar no campeonato distrital.
«É um argumento válido. Já mo tinha dito por telefone, fiquei a aguardar documento oficial por escrito para então, notificar a FPF. A Direcção do Riachense leu bem a realidade do futebol ao ponderar as despesas inerentes à III Divisão. Não posso, contudo, deixar de lamentar a perda de mais um clube da minha associação nos nacionais. Mais uma vez fica transparente que esta III Divisão não tem razão de existir», critica o dirigente, sublinhando a opinião que há muito veicula. «Continuando nos distritais, as despesas são muito menores, a rivalidade é maior o que significa campo cheio e alguma receita, uma vez que, se o clube acedesse a subir ao escalão nacional, não teria mais apoios nem da Associação, nem dos órgãos locais para fazer face aos custos. Logo, esta III Divisão só traz prejuízos a estes pequenos emblemas que desportivamente se superaram. Se deveria ser o segundo classificado a ficar com o lugar do Riachense? Seria justo. Mas de acordo com os estatutos valem os maiores coeficientes de todas as associações. A Federação encontrará o substituto do Riachense», remata Rui Manhoso.
