sábado, maio 23, 2009

INFORMAÇÂO

“O futebol não profissional é uma mentira perfeita”, diz Gilberto Madaíl




23/05/2009 FUTEBOL
Salários em atraso
Laurentino Dias considera greve de fome chamada de atenção para dirigentes aventureiros
O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, considerou hoje a greve de fome dos jogadores da UD Rio Maior como uma chamada de atenção para os dirigentes aventureiros do futebol.

“Esta posição dos jogadores da União Desportiva de Rio Maior, como de outros de outros clubes nacionais, em face de situações de salários em atraso, é, claramente, uma chamada de atenção, de uma forma muito forte, para aquilo que os clubes e associações relacionados com o futebol têm de cuidar em Portugal”, disse hoje à agência Lusa Laurentino Dias.

Os 21 jogadores do clube riomaiorense, da Série E da III Divisão de futebol, permanecem em greve de fome junto ao Estádio Municipal, por terem seis meses de salários em atraso, desde as 23:00 de sexta-feira.

O governante enalteceu o empenho da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e da Liga Portuguesa de Futebol Profissional no “desenvolvimento de um conjunto de iniciativas para proteger os clubes e os atletas de situações de incumprimento e a criação de condições para a entrada em competições”, em ambos os casos.

“Lembro que hoje há uma Assembleia-Geral da FPF para cuidar da aprovação de condições para a participação nas competições, acautelar essas situações e impedir que elas aconteçam e se reproduzam. É preciso colocar o futebol a salvo de dirigentes aventureiros, que não cuidam de organizar os seus clubes, de modo a que funcionem dentro dos meios que estão ao seu alcance”, sublinhou Laurentino Dias.

Já o presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, Silvino Sequeira, lamentou “profundamente” a “deturpação sobre a imagem de Rio Maior - Cidade do Desporto”, considerando que esta denominação vai além do futebol.

“Infelizmente é assim, há uma deturpação. Lamento profundamente que isto esteja a acontecer aos dirigentes do clube da terra que deram a cara há um mês para tentar resolver os problemas herdados da anterior direcção e que os jogadores estejam este tempo sem receber o seu vencimento, apesar de não terem esgotado todas as vias antes de chegar ao que chegaram”, frisou.

Questionado sobre o futuro da União Desportiva de Rio Maior, Silvino Sequeira rematou: “não se pode gastar mais do que aquilo que se TEM, efectivamente”.

“Gostava que nada disto tivesse acontecido. Gostava que os jogadores tivessem falado comigo, porque a Câmara não pode dar dinheiro para pagar os ordenados, mas pode ajudar a mobilizar entidades a ajudarem e as únicas pessoas que se dirigiram a mim foram os membros da Comissão Administrativa”, concluiu.

Fonte: Lusa

O QUE ESTÁ EM DISCUSSÂO; MAS SEGUNDO INFORMAÇÔES PARECE QUE NINGUÉM SE ENTENDE

O BLOG O MELHOR CLUBE ESTÁ ACOMPANHAR A PAR E PASSO A ASSEMBLEIA


11:46 - Futebol - FPF
AG da FPF discute Manual de Licenciamento de Clubes e reformulação de quadros competitivos

A Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) discute na sessão extraordinária de hoje o Manual de Licenciamento de Clubes, a entrar em vigor na próxima época, e a reformulação dos quadros competitivos da II e III divisões.

A proposta de licenciamento visa "alcançar padrões mais elevados e uniformes de qualidade para benefício de toda a comunidade do futebol português" e preconiza que apenas possam competir nos campeonatos da época 2009/2010 os clubes que provem a inexistência de dívidas a jogadores e técnicos e as decorrentes das transferências de futebolistas.

O manual define três níveis de critérios para o licenciamento: critérios imperativos (quem não cumprir, não recebe licença), os obrigatórios (os clubes podem ser sancionados, mas não excluídos) e os aconselháveis (recomendações sem obrigatoriedade de cumprimento).

ODe acordo com a proposta, o sistema de licenciamento visa, "genericamente alcançar padrões mais elevados e uniformes de qualidade para benefício de toda a comunidade do futebol português" e a sua aplicação será gradual para "adaptação dos clubes", tendo por base o estabelecimento de critérios que não possibilitem desigualdade desportiva.

Entre os critérios imperativos para poderem receber as licenças, além da obrigatoriedade de inexistência de dívidas, os clubes têm de apresentar um programa de desenvolvimento de futebol jovem aprovado e um terreno de jogo relvado ou dotado de um relvado sintético certificado com as normas da FIFA.

Em matéria de critérios obrigatórios, o documento avança com a necessidade de os clubes designarem uma pessoa responsável pelos respectivos departamentos financeiros, cujos direitos e deveres devem ser definidos por escrito, enquanto que para os critérios aconselháveis é defendido que os treinadores das equipas jovens, envolvidos nos programas de formação, têm de possuir, no mínimo, o Nível I de habilitação, ou uma licença equivalente que corresponda ao nível B da UEFA, independentemente do respectivos escalão etário.

Quanto má reformulação dos quadros competitivos da II divisão, que prevê a redução de quatro para três séries, a proposta é de subirem à Liga de Honra dois clubes - as três equipas vencedoras de cada uma das séries (Norte, Centro e Sul) jogarão entre si em duas voltas, subindo as duas primeiras classificadas - e descerem à III divisão os últimos quatro classificados de cada uma das séries, que serão compostas por 16 equipas.

Na III divisão, estará em discussão a "fase transitória", na qual serão constituídas oito séries (A, B, C, D, E, F, Açores e Madeira), em que os primeiros seis classificados de cada série disputarão a subida (subirão os dois primeiros de cada série e os primeiros das séries Açores e Madeira) e os seis restantes a descida.

Estará ainda em discussão o projecto da III divisão pró-nacional de âmbito distrital/regional, ou seja, as associações distritais de futebol organizarão os campeonatos (com um mínimo de 10 clubes) e apontarão, até ao segundo domingo de Abril, os vencedores à federação.

Os 20 vencedores de cada um dos campeonatos, mais os segundos classificados das quatro associações com mais clubes inscritos disputarão o acesso à II divisão. Subirão 12 equipas, os dois primeiros de cada uma das seis séries de quatro equipas, que serão criadas de acordo com a localização geográfica dos clubes.

RESULTADOS

ESCOLAS A
Cultural - 2 Futebol Benfica - 2

ESCOLAS B
FUTEBOL BENFICA 2 Cultural 3

INFANTIS 7 TERMINAM EM BELEZA





AGUALVA - 0 FUTEBOL BENFICA - 1
Terminaram em 62º Classificados, com uma vitória perante o 1º da Série

sexta-feira, maio 22, 2009

INFORMAÇÂO

FUTEBOL

DIA 30 DE MAIO PARA UMA JORNADA DE CONFRATERNIZAÇÃO DESLOCA-SE A NOSSA EQUIPA DE JUVENIS À SERTÃ



Após vários anos marcarmos presença no AVEIROCUP, este ano vamos estar Ausentes

NOMEAÇÃO DE ÁRBITROS PARA O FIM DE SEMANA


SENIORES
Futebol Benfica - Camarate
Árbitro - Bruno Nunes - Ass- Rui Luis/António Oliveira

JUNIORES
Futebol Benfica - Sacavenense
Árbitro - David Codeço - Ass - Bruno Oliveira/Nuno Fernandes

JUVENIS
Futebol Benfica - Lourinhanense
Árbitro - Ernesto Rodrigues - Ass - Marco Pina/Guilherme Garcia

FUTEBOL FORMAÇÃO AO FUTEBOL SENIOR


O plantel senior, que peso tem no orçamento dos clubes amadores ?

Quanto custará, a um clube amador, um plantel senior durante uma época ? Será que se justifica andar durante anos a formar atletas, para quando chegarem aos 19 anos serem dispensados ? E quantos desses deixarão de jogar futebol ? A formação terminará nessa idade ? E nessa idade já não há perigo de seguirem caminhos menos aconselháveis ?

O plantel senior é necessário, mas com qualidade e de preferência com gente da casa. Não se justifica andar todos os anos a trocar de treinador e de plantel, ter todos os anos 12 a 15 jogadores novos. Na minha opinião, o plantel dos seniores nos clubes amadores, deve ser uma consequência do que foi feito nos últimos anos no clube em questões de formação.

Aquilo que me parece, é que os responsáveis pela organização e gestão dos clubes amadores, devem ter noção da realidade do seu clube e não querer mais do que o que podem ter. Por vezes é mais vantajoso ter a equipa a jogar futebol bonito, que cative os espectadores, numa divisão inferior, do que estar numa superior, mas a jogarem mau futebol e a nunca atingirem os objectivos propostos.





FORMAÇÂO OU DEFORMAR

Neste momento, sentimos que está muito em voga o conceito de “formação” no futebol!
Mas o que mudou realmente? Será que os apoios e os incentivos aumentaram? Ou será que existe verdadeiramente uma política correcta de formação, com projectos credíveis, bem estruturados e definidos em que os mesmos sejam delineados e comandados pelas várias hierarquias mas onde tudo esteja escrito para ser realmente seguido…Não é falar por falar e ficar por isso mesmo, palavras soltas... Quantos clubes apostam realmente na formação? Qual a percentagem de jogadores que existem nos planteis seniores a jogar, que tenham vindo da própria formação do clube?
É verdade que hoje a nível amador e aqui realço o Real, já existe clubes a apostarem verdadeiramente na formação e esse é sem duvida o caminho a seguir, o futebol está em crise e se repararmos com atenção essa crise veio revelar jogadores como Regula, Ruben Micael, Miguel Vítor entre outros, e apesar das apostas terem sido forçadas pela falta de dinheiro que os clube se debatem veio provar que a qualidade existe na formação, basta apostar nela sem receios.
Na minha opinião cada vez mais os clubes, principalmente os mais pequenos a nível distrital, devem fazer a aposta na formação, mas numa formação a sério a todos os níveis, e não ver apenas a formação como meio para receber mais uns euros das autarquias e apostar no futebol sénior, com essa aposta na formação de certeza que os clubes irão tirar dividendos no futuro em termos de custo de plantel e de possível vendas de alguns atletas que sobressaiam.
Mas também ao nível da formação a própria FPF terá uma palavra a dizer, porque hoje assistimos a equipas de formação a jogar praticamente com 11 estrangeiros o que no futuro com as novas alterações irão sem duvida criar grande dificuldades.
Por isso deixo uma pergunta, para quando uma lei, onde conste que os clubes são obrigados a jogar com dois jogadores da própria formação.
Para quando a criação de um modelo de formação criado pela Federação Portuguesa de Futebol, para que todos os clubes apostem da mesma forma e em igualdade de circunstâncias na formação e a partir da existência de uma entidade isenta para fiscalizar, advertir e ajudar? São tudo questões que nos deixam a pensar e com certeza se forem estudadas e aplicadas, contribuírão para um futebol de mais igualdade e oportunidades.
«O segredo de progredir é começar. O segredo de começar é dividir as tarefas árduas e complicadas em tarefas pequenas e fáceis de executar e depois começar pela primeira»

INFORMAÇÂO


Fala-se na renovação de 10 jogadores do Plantel da època anterior, e aquisição de 1 guarda-redes e 3 ou 4 reforços (???????!!!!!!!!.....) manter os subsidios aos jogadores que ficam e aquisições mais baratas dos que saem. A ser assim é uma boa politica.

Jogadores que estão de partida possivelmente - Xana - Pedro - António - Moisés - Alex I - Careca - Hidalgo - Ismael - ???? - ????

A confirmar-se esta politica o orçamento tem uma redução de valores de 20%

Possivelmente o Técnico Vitorino vai fazer parte da estrutura da Equipa Técnica dos Séniores.

APOSTA NA CONTINUIDADE


A DIRECÇÂO ACTUAL RENOVOU COM O TÉCNICO PEDRO BARROCA
Curriculum do Técnico ao Serviço do Clube. Vai para a sua OITAVA ÉPOCA.
2002/2003 - Desceu ao Distrital
2003/2004 - 3º Classificado Honra
2004/2005 - 1º Classificado (Invencivel) Subiu á 3ª Divisão Nacional
2005/2006 - 15º Classificado - desceu á Honra
2006/2007 - 2º Classificado na Honra
2007/2008 - 2º Classificado na Honra - Subiu á 3ª Divisão Nacional
2008/2009 - Último na Série da Manutenção - Desceu aos Distritais

quinta-feira, maio 21, 2009

BOA NOTICIA

Parece que uma ONDA DE AR FRESCO vai contemplar o FUTEBOL FORMAÇÂO.
A ser verdade, finalmente existe um projecto Com Cabeça, Tronco e Membros, que vai ser posto em prática pelo Professor Tito e seus colaboradores.
Será dos Juniores ás Escolas de Futebol, com treinadores escolhidos pelo próprio.
Vamos ter Obra para o Futuro. Eu conheço o Projecto, e finalmente vai ser posto a funcionar.

MÁ MEMÓRIA

PROMESSAS LEVAM O VENTO

Há imensas pessoas que confundem a imaginação com a memória.
O Novo Director Desportivo para o Futebol Sénior, uma escolha do Presidente. (Gonçalo-Ex Jogador de Futebol)

Clubes da Madeira estão contra o licenciamento proposto pela Federação. Foto A.Spínola.

Madeira vota contra licenciamento

A AFM vai defender a série madeira na ag da FPF, mesmo sabendo que está difícil concretizar
Data: 21-05-2009

Apenas os representantes de dez clubes regionais - Câmara de Lobos, Camacha, Ribeira Brava, Portosantense, Andorinha, Carvalheiro, Os Xavelhas, Est. Calheta, Caniçal e Santo da Serra - participaram ontem numa reunião ordinária com os homólogos da Associação de Futebol, que serviu de 'antecipação' dos pontos da ordem de trabalhos da Assembleia Geral da FPF deste sábado, onde será discutido, entre outros assuntos, a hipotética criação da Série Madeira, que muitos duvidam que venha a ser uma realidade, testemunhou ontem a reportagem do DIÁRIO à porta da reunião.

Para já fica a garantia de que a Madeira votará contra o manual de licenciamento proposto pela Federação, que obriga os clubes a cumprir uma série de regras, que Rui Marote "entende não fazer sentido nesta altura, por não estarem reunidas condições para o efeito".

De resto, ficou a promessa da defesa intransigente da Série Madeira, que a AFM irá argumentar junto dos clubes que contestam a decisão. "Independentemente das impugnações ou não que possam acontecer no final da Assembleia Geral, julgo que as propostas vão ser votadas", vincou Rui Marote, explicando que terá de haver celeridade no Conselho de Justiça da FPF para que se possa resolver esta situação em tempo útil.

Camacha não quer zona Norte

Registe-se ainda que a AD Camacha defendeu na reunião que as cinco equipas madeirenses que vão participar na II Divisão na próxima época não deverão ser incluídas na zona Norte, conforme estabelece as propostas que serão votadas sábado pelas associações.

Filipe Sousa

MAIS UM CASO DE MÁ GESTÃO

ESTORIL SAD EM VIAS DE ACABAR. (vai acontecer o mesmo que Alverca e Farense)
Problemas das SAD´S se fossem só Clube desciam só á 2ª Divisão.
Regresso aos Distritais e o Futebol Benfica a ver voar 50.000 Euros

UM MODELO A SEGUIR

Paulo Bento (passou pelo Futebol Benfica e é português) vai buscar 4 juniores (2-17anos-1-18anos-1-19anos) para a equipa principal para defrontar o Nacional.
E agora venham com essa "Lenga...Lenga..." da falta de experiência, e não serão os melhores, pois alguns estão na Selecção, e atendendo sempre á gestão do plantel inferior.
Não é só por necessidade, mas sim uma aposta que tem acontecido ao longo dos anos que é responsável maximo do Futebol Sénior. Mas existe mais exemplos recentes a nivel da Liga (Rui Jorge)
Mas fácil se torna ao nível do Futebol Amador, é preciso coragem, trabalho e acreditar em valores de futuro.
Para isso os técnicos que estão á frente das equipas devem ter criatividade e mudança de mentalidade.
A isto chamo um "Hino á Juventude"
Aprender com quem sabe, não é inventar....

quarta-feira, maio 20, 2009

FUTEBOL II e !!! DIVISÂO QUE FUTURO?

Gostaria de começar esta minha intervenção, com uma reflexão sobre os desafios que enfrentam os clubes amadores que têm equipas de futebol a disputam a II e a III Divisão nacionais.

Em primeiro lugar, afigura-se bastante grave o recente despacho do Secretário de Estado do Desporto (SED), que após ameaças por parte dos clubes dos mencionados campeonatos em não participarem nos respectivos jogos, como represália à intenção do Estado em acabar com os subsídios para as deslocações às Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, motivou um recuo do Governo nessa intenção, despacho esse que não manteve o subsídio como o aumentou, quer em comparticipação por elemento da comitiva, como até permitiu que essas mesmas comitivas pudessem ser compostas por 23 elementos, no que ao futebol diz respeito (anteriormente 22).

O que é grave nesse Despacho do SED, é o facto de se ter esquecido que se os clubes do continente português deslocam-se às Regiões Autónomas PORTUGUESAS, é porque têm adversários oriundos desses territórios insulares, e como tal, têm estes também necessidade de retribuir a "visita", o que não foi contemplado no já famoso Despacho.

Trata-se portanto de um desrespeito pelos direitos desses clubes que ficaram de fora da comparticipação atribuída pelo Instituto do Desporto de Portugal, de um tratamento desigual por parte do Estado Português para com colectividades do todo nacional e mais grave ainda, do não respeitar a Constituição da República Portuguesa, mais concretamente na assumpção por parte do Estado da despesas inerentes ao assegurar da continuidade territorial.

Em segundo lugar, outro ataque aos clubes que disputam os campeonatos amadores organizados pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), é na minha opinião, a estratégia adoptada para a reformulação dos quadros competitivos da FPF, através de uma "sangria" autêntica de clubes nos campeonatos nacionais levada a cabo nas 3 últimas épocas desportivas.

No que à redução do número de clubes a disputar os campeonatos nacionais diz respeito, estou completamente de acordo, pois deve esse número ser adaptado à realidade geográfica, dimensional e económica do país. A forma como está a ser feita essa redução é que não me parece ser a mais correcta, principalmente pelo facto de terem sido alterados os moldes competitivos, época após época, provocando dificuldades tremendas aos clubes na preparação das suas equipas e dos respectivos orçamentos.

Outra "ratoeira" da FPF aos clubes que pertencem a Associações de Futebol suas filiadas mas com reduzida influência, prende-se com a fase final de acesso à Liga Vitalis, nomeadamente pelo facto dos Play off serem o vencedor da Serie A vs Vencedor da Serie B e Vencedor da Serie C vs Vencedor da Serie D, quando julgo ser muito mais justo uma serie a 4 equipas com o sistema de "todos contra todos", ou então um sorteio aberto entre as 4 equipas vencedoras das suas respectivas series. Este sistema de apuramento das equipas que acedem ao Futebol profissional da Liga de Clubes, parece-me "encomendado" para assegurar que as equipes do Norte do país, com maior influência junto dos centro de decisão em termos futebolísticos, tenham assegurada sempre uma equipe no acesso à 2ª Liga.

Saudações Futebolísticas