segunda-feira, março 03, 2014
domingo, março 02, 2014
CAMPEONATO NACIONAL SENIORES - MANUTENÇAO
ESTADIO FRANCISCO LÁZARO
BOA ASSISTENCIA, APESAR DO DIA CHUVOSO.
CF Benfica - 0 vs Casa Pia - 1 - 2/3/14.
Jogo morno em que 1ª Parte resultou somente na única "oportunidade" de golo . Uma segunda parte mais esforçada dos nossos atletas mas sem qualquer lance de perigo somente um ou dois com algum frisson...O resultado que talvez melhor espelha-se o desenrolar da partida fosse o empate , mas só ganha quem marca ( o Casa Pia na segunda parte ainda atirou uma bola ao poste .Uma palavra de apreço para o nosso jovem guarda redes : O João ( habitual titular dos juniores ) que sem ter sido muito colocado à prova esteve seguro .
BOA ARBITRAGEM DE SERGIO PISCARRETA - AF ALGARVE
CAMPEONATO NACIONAL SENIORES
CAMPO DO 1º DEZEMBRO
1º DEZEMBRO - 3 OPERARIO - 0
ARBITRO - PEDRO SANCHO AF ALGARVE
Arbitragem tranquila sem influencia no resultado.
Clara superioridade da equipa da casa, com grande desperdicio de ocasioes de golo.
Forasteiros numa tarde não, sem oportunidades para vencer o jogo.
Tarde de chuva e vento nada benefico para um bom jogo de futebol.
1º DEZEMBRO - 3 OPERARIO - 0
ARBITRO - PEDRO SANCHO AF ALGARVE
Arbitragem tranquila sem influencia no resultado.
Clara superioridade da equipa da casa, com grande desperdicio de ocasioes de golo.
Forasteiros numa tarde não, sem oportunidades para vencer o jogo.
Tarde de chuva e vento nada benefico para um bom jogo de futebol.
TAÇA AFL
CAMPO DO SACAVENENSE
SACAVENENSE - 5 A.MURTEIRENSE - 1
GRANDE FALANGE DE APOIO DA A.MURTEIRENSE, ORDEIRA MAS ENTUSIASTA QUE ANIMOU A FESTA DO FUTEBOL, NÃO PELO RESULTADO MAS PELO FAIR-PLAY DAS 2 EQUIPAS E DIRIGENTES COM TROCAS DE LEMBRANÇAS ENTRE OS 2 CLUBES ANTES DO INICIO DO JOGO.
JOGO SEM HISTÓRIA, PEL SUPRIORIDADE DA EQUIPA DA CAS, COM OS ADVERSARIOS A BATEREM-SE BEM DENTRO DAS SUAS POSSIBILIDADES E A DEMONSTRAR UMA EQUIPA ARRUMADA E COM VALOR PARA O CAMPEONATO QUE DISPUTAM.
FIZERAM A SUA FESTA DURANTE O JOGO E QUANDO MARCARAM O PONTO DE HONRA (GOLO)
FOI BONITO EM FIM DE TARDE
PARABENS
HOMEM DO JOGO - PEDRO BEIRAO - 3 GOLOS E GRANDE EXIBIÇÃO
BOA ARBITRAGEM DE BRUNO OLIVEIRA E SEUS ASSISTENTES.
SACAVENENSE - 5 A.MURTEIRENSE - 1
GRANDE FALANGE DE APOIO DA A.MURTEIRENSE, ORDEIRA MAS ENTUSIASTA QUE ANIMOU A FESTA DO FUTEBOL, NÃO PELO RESULTADO MAS PELO FAIR-PLAY DAS 2 EQUIPAS E DIRIGENTES COM TROCAS DE LEMBRANÇAS ENTRE OS 2 CLUBES ANTES DO INICIO DO JOGO.
JOGO SEM HISTÓRIA, PEL SUPRIORIDADE DA EQUIPA DA CAS, COM OS ADVERSARIOS A BATEREM-SE BEM DENTRO DAS SUAS POSSIBILIDADES E A DEMONSTRAR UMA EQUIPA ARRUMADA E COM VALOR PARA O CAMPEONATO QUE DISPUTAM.
FIZERAM A SUA FESTA DURANTE O JOGO E QUANDO MARCARAM O PONTO DE HONRA (GOLO)
FOI BONITO EM FIM DE TARDE
PARABENS
HOMEM DO JOGO - PEDRO BEIRAO - 3 GOLOS E GRANDE EXIBIÇÃO
BOA ARBITRAGEM DE BRUNO OLIVEIRA E SEUS ASSISTENTES.
CAMPEONATO NACIONAL JUNIORES - 2ª DIVISAO - SERIE SUBIDA
CAMPO DO SACAVENENSE
BOA ASSISTENCIA
ARBITRA - MARIA JOAO FREIRE
Excelente, tanto no aspecto tecnico como fisico, tarde tranquila mas uma arbitragem perfeita. Parabens
SACAVENENSE - 6 BAIRRO ARGENTINA - 0
Jogo sem história, mas com uma histótia violenta e vergonhosa, que não pode acontecer.....
Os jogadores madeirense partiram no proprio dia do jogo, de madrugada, sem descanso, pois houve jogadores que sairam de casa a 1h da madrugada para a concentração no aeroporto....violento de mais para jovens atletas.
Não está em causa o valor das equipas, pois o Sacavenense é mais forte....
E jogou a seu belo prazer era so saber por quantos vencia...Mas é uma desumanidade e desigualdade..um assunto a merecer atenção das entidades competentes.
BOA ASSISTENCIA
ARBITRA - MARIA JOAO FREIRE
Excelente, tanto no aspecto tecnico como fisico, tarde tranquila mas uma arbitragem perfeita. Parabens
SACAVENENSE - 6 BAIRRO ARGENTINA - 0
Jogo sem história, mas com uma histótia violenta e vergonhosa, que não pode acontecer.....
Os jogadores madeirense partiram no proprio dia do jogo, de madrugada, sem descanso, pois houve jogadores que sairam de casa a 1h da madrugada para a concentração no aeroporto....violento de mais para jovens atletas.
Não está em causa o valor das equipas, pois o Sacavenense é mais forte....
E jogou a seu belo prazer era so saber por quantos vencia...Mas é uma desumanidade e desigualdade..um assunto a merecer atenção das entidades competentes.
quarta-feira, janeiro 29, 2014
FORMAÇAO
UM TEMA ACTUAL
Alguns pais (in)dispensáveis no futebol de formação!
Trago hoje à baila um tema que sempre irá dar que falar: a intervenção dos pais na formação dos jovens jogadores.
É um tema que pode ser abordado de diversas formas e que suscita sempre discórdia quer de um lado (treinadores) quer do outro (pais). Óbvio que existe uma diferença enorme de acordo com a realidade em que o jovem esteja inserido, isto é, se o jovem está num clube de topo ou num clube completamente amador. Isto é, num clube amador os pais têm um papel mais activo do que num clube dito de topo em que os pais têm menos intervenção. Claro que tudo isto depende muito dos ideias e das regras do clube, mas já vi pais que durante os treinos fazem por acompanhar todo o processo, estando mesmo a assistir às sessões de treino a uns meros metros de onde esta se está a realizar. Uma vez por outra lá mandam um ou outro “feedback” na ânsia de corrigir um erro do seu filho ao qual este reage com desaprovação e alguma vergonha da situação. Mas vamos então àquilo que deve ser abordado.
Eu quero começar por referir já duas formas de estar que acabam por definir o comportamento dos pais: aqueles pais que se preocupam e têm um papel activo na formação do seu filho e que também estão dispostos a ajudar o clube; no lado oposto os pais que têm uma postura desadequada em relação ao clube, treinador e até mesmo à equipa na qual o seu filho está inserido e que em nada ajudam o seu filho no crescimento desportivo.
Papel dos pais e o seu envolvimento na formação dos seus filhos
O conceito de envolvimento dos pais no desporto, segundo Hellstedt (1990), vai do subenvolvimento ao envolvimento moderado e, por fim, ao superenvolvimento. Hellstedt define o subenvolvimento como uma relativa falta de comprometimento emocional, financeiro ou funcional dos pais, que tem como indicativos a falta de comparecimento a jogos e eventos. Pouco envolvimento em actividades voluntárias (tais como o transporte), pouquíssimo contacto com os treinadores. No envolvimento moderado, considerado pelo autor como sendo o ideal, os pais são firmes nas suas orientações, dando suporte e ajudando os filhos a estabelecerem metas realísticas, além de serem financeiramente participativos. O superenvolvimento ocorre quando os pais se excedem na sua participação na vida desportiva dos filhos, não sabendo separar os seus próprios desejos, fantasias e necessidades daquelas dos seus filhos. Hellstedt verificou que baixos níveis de pressão estão relacionados com uma reacção positiva dos filhos. Ao contrário, altos níveis de pressão indicam reacções negativas. Sugeriu ainda, como problema principal, identificar o nível ideal de pressão que os pais podem exercer sobre os filhos para que tenham uma reacção positiva, tanto no treino como na competição.
Pais indispensáveis
De todos estes pais penso que se poderá esperar as seguintes acções:
. Facilitar a assistência e as deslocações quer para treinos ou jogos;
. Evitar comparações entre o futebol profissional e o futebol de formação;
. Facilitar o trabalho do treinador (não interferir nem tentar substitui-lo, não tecer criticas diante dos jovens e dos outros pais;
. Não provocar situações em que obrigue o seu filho a decidir entre os critérios do treinador ou do pai;
. Evitar situações embaraçosas para o filho quando se encontra entre pessoas que este aprecia;
. Trocar opiniões – nunca técnicas – com o treinador, mas em momento e lugar adequados;
. Aceitar os êxitos e fracassos desportivos dos seus filhos, nunca considerando uma derrota como sendo um fracasso;
. Aceitar os acertos e os erros como parte do processo formativo;
. Ajudar os jovens a tomar as suas próprias decisões. Facilitar que os filhos tomem decisões em função dos seus objectivos e expectativas desportivas e aconselhados por quem entende de verdade e quem de verdade pode facilitar a sua progressão desportiva;
. Propiciar o compromisso e a responsabilidade ante as suas decisões;
. Interessar-se pela actividade desportiva do seu filho de uma maneira razoável. Tudo tem uma medida certa e é conveniente evitar os extremos;
. Ser um modelo de comportamento em treinos e jogos. A imitação é um mecanismo de aprendizagem muito potente. Em muitas ocasiões, a forma como nos comportamos, é mais eficaz que as explicações ou instruções;
. Respeitar os árbitros, os adversários e os colegas dos nossos filhos;
. Exigir e propiciar uma comunicação fluida entre pais, dirigentes e treinadores. Fomentar uma disposição positiva de entendimento.
In crónica de Zé Fernando em PTjornal.com
Pais dispensáveis
Estes pais, muitos deles treinadores de bancada, devem ter consciência que do seu comportamento errado e incorrecto pode resultar:
. O seu filho perde concentração, porque sente ter de se preocupar mais com as suas instruções do que propriamente com o andamento do jogo;
. O seu filho fica nervoso. Sabe que se não jogar ao gosto do pai tem medo de o perder e, logo que chegue a casa, tem certeza de ouvir bronca da grossa;
. O seu filho fica confundido, ao entrar em contradição com as instruções do pai e a táctica do treinador.
. Num clube dos nacionais, onde tive o prazer de treinar durante 6 anos consecutivos, encontrei também um pai a que chamei “pai camareiro” porque, entre outras coisas, não autorizava que o seu filho bebesse da mesma água dos companheiros, que trazia de casa água e líquidos especiais para recuperar e, mal o jogo terminava, ia ao balneário ajudar o filho a despir, tomar banho e vestir, acabando a recolher o equipamento acabado de sujar. Com esta sua atitude ridicularizava o filho diante dos colegas.
In crónica de Zé Fernando em PTjornal.com
Já questionei os jogadores (sub-13) da equipa com que trabalho acerca de várias questões referentes a esta situação. Alguns deles preferem jogar sem que os pais estejam na assistência pois sentem menor pressão e conseguem ter um rendimento melhor. Por outro lado também existem casos em que o contrário se verifica porque os jogadores vêem na presença dos seus pais uma motivação e uma fonte de apoio. Há miúdos que sentem em demasia a pressão de vencer, imposta pelos pais; outros apenas entregam os seus filhos no clube não assistindo aos seus jogos nem acompanhando a sua evolução.
Ao fim de contas a conclusão a que posso chegar é que no futebol de formação existem mil e um casos e todos eles diferentes. A meu ver os pais devem procurar saber a melhor forma de ter um papel activo na formação do seu filho ao nível desportivo não interferindo negativamente nem criando condições prejudiciais que acabam por levar o seu filho ao insucesso. Acho que cabe também a nós (treinadores) e aos clubes que representamos sensibilizar os pais, fornecendo-lhes a formação e a informação adequada para que sejam prestáveis ao clube e para que tenham também uma atitude correcta na formação dos seus filhos.
O essencial é que os pais deixem os filhos crescerem naturalmente no mundo do futebol, sem pressão e sem pressas. Que os deixem viver o futebol de uma forma alegre e saudável, em que a paixão seja a mesma a cada vez que uma bola é tocada pelos seus pés. Nesses momentos deixem que sejam eles mesmos, e eles serão felizes!
Alguns pais (in)dispensáveis no futebol de formação!
Trago hoje à baila um tema que sempre irá dar que falar: a intervenção dos pais na formação dos jovens jogadores.
É um tema que pode ser abordado de diversas formas e que suscita sempre discórdia quer de um lado (treinadores) quer do outro (pais). Óbvio que existe uma diferença enorme de acordo com a realidade em que o jovem esteja inserido, isto é, se o jovem está num clube de topo ou num clube completamente amador. Isto é, num clube amador os pais têm um papel mais activo do que num clube dito de topo em que os pais têm menos intervenção. Claro que tudo isto depende muito dos ideias e das regras do clube, mas já vi pais que durante os treinos fazem por acompanhar todo o processo, estando mesmo a assistir às sessões de treino a uns meros metros de onde esta se está a realizar. Uma vez por outra lá mandam um ou outro “feedback” na ânsia de corrigir um erro do seu filho ao qual este reage com desaprovação e alguma vergonha da situação. Mas vamos então àquilo que deve ser abordado.
Eu quero começar por referir já duas formas de estar que acabam por definir o comportamento dos pais: aqueles pais que se preocupam e têm um papel activo na formação do seu filho e que também estão dispostos a ajudar o clube; no lado oposto os pais que têm uma postura desadequada em relação ao clube, treinador e até mesmo à equipa na qual o seu filho está inserido e que em nada ajudam o seu filho no crescimento desportivo.
Papel dos pais e o seu envolvimento na formação dos seus filhos
O conceito de envolvimento dos pais no desporto, segundo Hellstedt (1990), vai do subenvolvimento ao envolvimento moderado e, por fim, ao superenvolvimento. Hellstedt define o subenvolvimento como uma relativa falta de comprometimento emocional, financeiro ou funcional dos pais, que tem como indicativos a falta de comparecimento a jogos e eventos. Pouco envolvimento em actividades voluntárias (tais como o transporte), pouquíssimo contacto com os treinadores. No envolvimento moderado, considerado pelo autor como sendo o ideal, os pais são firmes nas suas orientações, dando suporte e ajudando os filhos a estabelecerem metas realísticas, além de serem financeiramente participativos. O superenvolvimento ocorre quando os pais se excedem na sua participação na vida desportiva dos filhos, não sabendo separar os seus próprios desejos, fantasias e necessidades daquelas dos seus filhos. Hellstedt verificou que baixos níveis de pressão estão relacionados com uma reacção positiva dos filhos. Ao contrário, altos níveis de pressão indicam reacções negativas. Sugeriu ainda, como problema principal, identificar o nível ideal de pressão que os pais podem exercer sobre os filhos para que tenham uma reacção positiva, tanto no treino como na competição.
Pais indispensáveis
De todos estes pais penso que se poderá esperar as seguintes acções:
. Facilitar a assistência e as deslocações quer para treinos ou jogos;
. Evitar comparações entre o futebol profissional e o futebol de formação;
. Facilitar o trabalho do treinador (não interferir nem tentar substitui-lo, não tecer criticas diante dos jovens e dos outros pais;
. Não provocar situações em que obrigue o seu filho a decidir entre os critérios do treinador ou do pai;
. Evitar situações embaraçosas para o filho quando se encontra entre pessoas que este aprecia;
. Trocar opiniões – nunca técnicas – com o treinador, mas em momento e lugar adequados;
. Aceitar os êxitos e fracassos desportivos dos seus filhos, nunca considerando uma derrota como sendo um fracasso;
. Aceitar os acertos e os erros como parte do processo formativo;
. Ajudar os jovens a tomar as suas próprias decisões. Facilitar que os filhos tomem decisões em função dos seus objectivos e expectativas desportivas e aconselhados por quem entende de verdade e quem de verdade pode facilitar a sua progressão desportiva;
. Propiciar o compromisso e a responsabilidade ante as suas decisões;
. Interessar-se pela actividade desportiva do seu filho de uma maneira razoável. Tudo tem uma medida certa e é conveniente evitar os extremos;
. Ser um modelo de comportamento em treinos e jogos. A imitação é um mecanismo de aprendizagem muito potente. Em muitas ocasiões, a forma como nos comportamos, é mais eficaz que as explicações ou instruções;
. Respeitar os árbitros, os adversários e os colegas dos nossos filhos;
. Exigir e propiciar uma comunicação fluida entre pais, dirigentes e treinadores. Fomentar uma disposição positiva de entendimento.
In crónica de Zé Fernando em PTjornal.com
Pais dispensáveis
Estes pais, muitos deles treinadores de bancada, devem ter consciência que do seu comportamento errado e incorrecto pode resultar:
. O seu filho perde concentração, porque sente ter de se preocupar mais com as suas instruções do que propriamente com o andamento do jogo;
. O seu filho fica nervoso. Sabe que se não jogar ao gosto do pai tem medo de o perder e, logo que chegue a casa, tem certeza de ouvir bronca da grossa;
. O seu filho fica confundido, ao entrar em contradição com as instruções do pai e a táctica do treinador.
. Num clube dos nacionais, onde tive o prazer de treinar durante 6 anos consecutivos, encontrei também um pai a que chamei “pai camareiro” porque, entre outras coisas, não autorizava que o seu filho bebesse da mesma água dos companheiros, que trazia de casa água e líquidos especiais para recuperar e, mal o jogo terminava, ia ao balneário ajudar o filho a despir, tomar banho e vestir, acabando a recolher o equipamento acabado de sujar. Com esta sua atitude ridicularizava o filho diante dos colegas.
In crónica de Zé Fernando em PTjornal.com
Já questionei os jogadores (sub-13) da equipa com que trabalho acerca de várias questões referentes a esta situação. Alguns deles preferem jogar sem que os pais estejam na assistência pois sentem menor pressão e conseguem ter um rendimento melhor. Por outro lado também existem casos em que o contrário se verifica porque os jogadores vêem na presença dos seus pais uma motivação e uma fonte de apoio. Há miúdos que sentem em demasia a pressão de vencer, imposta pelos pais; outros apenas entregam os seus filhos no clube não assistindo aos seus jogos nem acompanhando a sua evolução.
Ao fim de contas a conclusão a que posso chegar é que no futebol de formação existem mil e um casos e todos eles diferentes. A meu ver os pais devem procurar saber a melhor forma de ter um papel activo na formação do seu filho ao nível desportivo não interferindo negativamente nem criando condições prejudiciais que acabam por levar o seu filho ao insucesso. Acho que cabe também a nós (treinadores) e aos clubes que representamos sensibilizar os pais, fornecendo-lhes a formação e a informação adequada para que sejam prestáveis ao clube e para que tenham também uma atitude correcta na formação dos seus filhos.
O essencial é que os pais deixem os filhos crescerem naturalmente no mundo do futebol, sem pressão e sem pressas. Que os deixem viver o futebol de uma forma alegre e saudável, em que a paixão seja a mesma a cada vez que uma bola é tocada pelos seus pés. Nesses momentos deixem que sejam eles mesmos, e eles serão felizes!
ANTEVISAO
CAMPEONATO PRO NACIONAL AFL
Com o campeonato CNS parado as assistencias aos jogos podem aumentar!!!!!!!
JOGO DA JORNADA
LOUREL-MALVEIRA
Vida dificil para o lider, nesta deslocação, pois os locais tambem estao na luta, e a jogar em casa são muito fortes, mas a divisão de pontos é a lógica.
A.MUSGUEIRA-SACAVENENSE
Sub-lider tem que fazer pela vida, pois o adversario e uma equipa que luta ate ao ultimo folego, apesar de mal classificados, não e uma equipa de facilidades, mas o favoritismo vai para os forasteiros.
PONTERROLENSE-VF ROSARIO
Favoritismo dos donos da casa, mas podem ser contrariados por um adversario bem arrumado.
BUCELENSES-ALVERCA
Locais querem sair do fosso e reforçaram-se, mas o adversario não é apetecivel, talvez a divisao de pontos seja a lógica.
PPINHEIRO-CACÉM
Locais com reforços de inverno e a jogar em casa sao favoritos, apesar da boa replica do adversário.
TIRES-POVOENSE
Equilibrio de forças, quem cometer menos erros pode sair vencedor.
REAL-OEIRAS
Duas equipas que vem dos nacionais, mas com uma epoca a correr longe das ambiçoes, vai ser um jogo equilibrado perante jovens jogadores, mas com favoritismo para os locais.
SANTA IRIA-MURTEIRENSE
Claro favoritismo para os locais, so se acontecer surpresa
CAMPEONATO PRO NACIONAL AFL
Com o campeonato CNS parado as assistencias aos jogos podem aumentar!!!!!!!
JOGO DA JORNADA
LOUREL-MALVEIRA
Vida dificil para o lider, nesta deslocação, pois os locais tambem estao na luta, e a jogar em casa são muito fortes, mas a divisão de pontos é a lógica.
A.MUSGUEIRA-SACAVENENSE
Sub-lider tem que fazer pela vida, pois o adversario e uma equipa que luta ate ao ultimo folego, apesar de mal classificados, não e uma equipa de facilidades, mas o favoritismo vai para os forasteiros.
PONTERROLENSE-VF ROSARIO
Favoritismo dos donos da casa, mas podem ser contrariados por um adversario bem arrumado.
BUCELENSES-ALVERCA
Locais querem sair do fosso e reforçaram-se, mas o adversario não é apetecivel, talvez a divisao de pontos seja a lógica.
PPINHEIRO-CACÉM
Locais com reforços de inverno e a jogar em casa sao favoritos, apesar da boa replica do adversário.
TIRES-POVOENSE
Equilibrio de forças, quem cometer menos erros pode sair vencedor.
REAL-OEIRAS
Duas equipas que vem dos nacionais, mas com uma epoca a correr longe das ambiçoes, vai ser um jogo equilibrado perante jovens jogadores, mas com favoritismo para os locais.
SANTA IRIA-MURTEIRENSE
Claro favoritismo para os locais, so se acontecer surpresa

quinta-feira, janeiro 23, 2014
DOMINGO - 15 HORAS
ULTIMA JORNADA DA 1ª FASE
CAMPEONATO NACIONAL SENIORES
FUTEBOL BENFICA-ORIENTAL
Jogo onde os visitantes vem jogar sobre brasas, pois ainda ambicionam os 2 primeiros, disso pode aproveitar a equipa, contranquilidade para um resultado positivo. Este jogo pode servir como um tónico moralizador para a segunda fase.
ULTIMA JORNADA DA 1ª FASE
CAMPEONATO NACIONAL SENIORES
FUTEBOL BENFICA-ORIENTAL
Jogo onde os visitantes vem jogar sobre brasas, pois ainda ambicionam os 2 primeiros, disso pode aproveitar a equipa, contranquilidade para um resultado positivo. Este jogo pode servir como um tónico moralizador para a segunda fase.
CAMPEONATO NACIONAL SENIORES - APURAMENTO PARA FASE SUBIDA
EQUIPAS QUE VÃO DISPUTAR A SUBIDA A 2ª LIGA
SERIE NORTE
LIMIANOS-BRAGANÇA E FAFE PARA 2 LUGARES
GUIMARAES B E VIZELA
BOAVISTA E FREAMUNDE
S.JOAO DE VER E CESARENSE-BUSTELO E ANADIA PARA 1 LUGAR
SERIE SUL
BENFICA DE CASTELO BRANCO E SERTANENSE
MAFRA E U.LEIRIA
LOURES-CASA PIA-SINTRENSE-OPERARIO E ORIENTAL PARA 2 LUGARES
PINHALNOVENSE E FERREIRAS OU MOURA OS DOIS PARA 1 LUGAR
PRO NACIONAL
AFL - CAMPEONATO PRO NACIONAL
MALVEIRA CAMPEAO DA 1ª VOLTA
MAS 2ª VOLTA VAI COMEÇAR NO PRÓXIMO DOMINGO AO RUBRO
VAI SER UMA LUTA PELO TITULO ATÉ AS ULTIMAS JORNADAS, 68 PONTOS DEVEM SER AS CONTAS PARA ENCONTRAR O CAMPEAO. COM 45 PONTOS PARA DISPUTAR.
SACAVENENSE MAIS PROXIMO, MAS ALVERCA, POVOENSE, TIRES E LOUREL NA PERSEGUIÇÃO!!!!!
FUTEBOL FORMAÇAO
FUTEBOL FORMAÇAO
Muito se tem falado da qualidade e aproveitamento que a formação dos principais clubes portugueses tem vindo a fazer ao longo dos últimos anos.
Mas tem esquecido de falar na 3ª potencia a nivel da AFL, que é Sacavenense, pois isso não dá para vender jornais.
Percebo muito bem, que para o efeito, muito tem a ver com
equipa principal na 1ª liga, mas o reconhecimento do trabalho de um clube a disputar no futebol senior a pro-nacional, também não ficaria mal.
Penso que no futuro, o Sacavenense venha a ganhar desportiva e financeiramente e preciso e dar continuidade ao trabalho ate agora realizado e colocar a equipa de futebol senior nos nacionais.
Muito se tem falado da qualidade e aproveitamento que a formação dos principais clubes portugueses tem vindo a fazer ao longo dos últimos anos.
Mas tem esquecido de falar na 3ª potencia a nivel da AFL, que é Sacavenense, pois isso não dá para vender jornais.
Percebo muito bem, que para o efeito, muito tem a ver com
equipa principal na 1ª liga, mas o reconhecimento do trabalho de um clube a disputar no futebol senior a pro-nacional, também não ficaria mal.
Penso que no futuro, o Sacavenense venha a ganhar desportiva e financeiramente e preciso e dar continuidade ao trabalho ate agora realizado e colocar a equipa de futebol senior nos nacionais.
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